No concorrido campo de startups de inteligência artificial, poucas estão direcionando seus algoritmos para o complexo desafio da desigualdade social. A Simbi, uma jovem empresa brasileira, aposta justamente nisso. Seu objetivo é aplicar inteligência artificial em investimentos sociais, ajudando grandes empresas a decidir onde seus recursos podem gerar mais impacto.

Para isso, a social tech combina inteligência artificial com ferramentas analíticas. Assim, permite uma gestão mais estratégica e baseada em dados. Como resultado, já contribuímos para o direcionamento de mais de R$500 milhões em investimentos corporativos para projetos de impacto positivo. A iniciativa tem promovido mudanças concretas nas comunidades brasileiras.
Segundo Mathieu Anduze, sócio da Simbi ao lado de Raphael Mayer e Tadeu Silva, a percepção das empresas sobre o papel do investimento social também está evoluindo:
“As empresas brasileiras estão percebendo que investimento social não é só caridade. Pode ser uma alavanca para mudanças reais, se for guiado por evidências e dados.”
Esse posicionamento estratégico tem atraído clientes de peso. Isso acontece não apenas pela busca por resultados mais eficazes, mas também pela contribuição direta na melhoria da governança. Além disso, esse aspecto se torna ainda mais relevante em um cenário onde investidores e órgãos reguladores exigem transparência crescente nos relatórios ESG.
A inteligência artificial em investimentos sociais na prática
Nesse contexto, uma das ferramentas de destaque da Simbi é a “Visão do Investidor”, que faz o que planilhas não conseguem: transforma anos de investimentos sociais corporativos em um mapa estratégico, mostrando para onde o dinheiro fluiu e seus resultados.
Além disso, a solução se integra ao Mapa de Demanda Social. Essa ferramenta utiliza dados públicos de mais de 120 indicadores sociais, coletados de fontes confiáveis e reconhecidas. Com isso, as empresas conseguem visualizar as demandas sociais reais de cada território, tornando suas ações mais assertivas, justas e duradouras.
Ao adotar inteligência artificial em investimentos sociais, as empresas conseguem alinhar estratégia e impacto. O benefício é mútuo: comunidades são beneficiadas de forma mais efetiva, e as empresas também colhem frutos em reputação, legitimidade e alinhamento estratégico.
Unir tecnologia, dados e impacto positivo é o futuro
Diante de um cenário como o do Brasil — marcado por profundas desigualdades e necessidades urgentes —, startups que unem tecnologia e propósito exercem um papel cada vez mais essencial. Elas não apenas contribuem para uma sociedade mais justa, inclusiva e sustentável, mas também ajudam empresas a adotarem uma postura mais mensurável e transparente em relação aos seus investimentos sociais.
Quer saber mais sobre como a Simbi usa inteligência artificial em investimentos sociais para transformar o impacto corporativo? Confira a matéria internacional completa.